UMA HISTÓRIA DISCURSIVA DA PRIMEIRA EDIÇÃO DO MANIFESTO [DO PARTIDO] COMUNISTA: MATERIALIDADES IMBRICADAS

UMA HISTÓRIA DISCURSIVA DA PRIMEIRA EDIÇÃO DO MANIFESTO [DO PARTIDO] COMUNISTA: MATERIALIDADES IMBRICADAS

Autores

Palavras-chave:

Materialidade significante, Tipografia, Manifesto [do Partido] Comunista, História Discursiva dos Livros

Resumo

Neste artigo, buscamos refletir sobre a imbricação material dos sentidos na primeira edição do Manifesto [do Partido] Comunista, num gesto de análise tanto da materialidade verbal quanto da materialidade não verbal. Para tal, lançamos mão de um projeto de pesquisa em desenvolvimento, que vimos denominando História Discursiva dos Livros, ou HDL (ESTEVES, 2018; ESTEVES; PAVAN, 2020). Formulada com base no legado teórico-metodológico da Análise do Discurso materialista em sua articulação com a História das Ideias Linguísticas — além da contribuição de outras disciplinas, como as histórias do livro, da leitura, da escrita, das mentalidades etc. —, trata-se de uma frente de trabalho que se propõe a conceber o livro em especial e outros objetos técnicos editoriais em sua dimensão discursiva.

Biografia do Autor

Iuri Pavan, Universidade Federal Fluminense

Mestre em Estudos de Linguagem (UFF); especialista em Edição e Gestão Editorial pelo Núcleo de Estratégias e Políticas Editoriais (Nespe) e pelo Centro Universitário Ítalo-Brasileiro (Ítalo); e bacharel em Letras: Português e Literaturas de Língua Portuguesa (Uerj).

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Publicado

2024-06-30

Como Citar

Pavan, I. (2024). UMA HISTÓRIA DISCURSIVA DA PRIMEIRA EDIÇÃO DO MANIFESTO [DO PARTIDO] COMUNISTA: MATERIALIDADES IMBRICADAS. LETRAS EM REVISTA, 15(1). Recuperado de https://letrasemrevista.uespi.br/index.php/inicio/article/view/46
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